José Américo de Almeida é um personagem de grande importância histórica, não somente para o Estado da Paraíba, mas também para o Brasil. Nasceu em 10 de janeiro de 1887 na cidade de Areia–PB. Passou sua infância vivendo na zona rural desse município. Já na infância, demonstrava personalidade forte, entrando em brigas. Aos 9 anos de idade, foi levado pelo pai para morar e estudar na cidade de Areia, na casa de um padre. Foi um período se dedicando aos estudos. Teve um namorico proibido com uma vizinha, que terminou com o flagrante do padre Odilon. Foi transferido para um colégio particular que exigia disciplina quase militar. Depois foi para a capital do estado para estudar no seminário da Arquidiocese da Paraíba. Abandonou o seminário e conseguiu entrar no Liceu Paraibano, onde terminou o segundo grau e conseguiu entrar na Faculdade de Direito de Pernambuco, onde se formou advogado. A partir daí, conviveu com políticos, tornou-se um político, aliou-se a políticos, revoltou-se com a política e enfrentou revoltas políticas. Escapou da morte quase 50 vezes, até sobreviveu a um acidente aéreo. Ajudou a instalar uma ditadura e depois ajudou a derrubá-la. Mas seu objetivo de vida era ajudar o povo que sofria com a seca no sertão nordestino. Trabalhou por água, viveu para dar água e foi sepultado embaixo de uma piscina.
Eu vi, vi tudo, e vi melhor que vocês! A inacreditável biografia de José Américo de Almeida baseada em fatos reais
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Um homem que errou e acertou tentando, tomou decisões que custaram vidas e acabou se acostumando com a proximidade da morte. Mas nunca parou de lutar contra a seca do Nordeste. Segundo ele: “Há uma miséria maior do que morrer de fome no deserto: é não ter o que comer na terra de Canaã.”



