Em tempos em que o Estado perde sua laicidade e a fé se torna cada vez mais mercadológica e politicamente incorreta, escrever sátira é uma forma de protesto. Nesta obra, ficção se mistura com realidade – e vice-versa. Pegue o café, dê um gole… e boa leitura.
A república dos depravados: aleluia ao caos
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Em “A República dos Depravados – Aleluia ao Caos”, Leonel Pistola utiliza a sátira para transformar o caos em liturgia, conduzindo o leitor ao país fictício de Plazil, onde fé e política se misturam em um espetáculo grotesco. Microfones dourados, tapetes vermelhos e hinos eletrônicos embalam escândalos parlamentares, indulgências à venda e uma moralidade de fachada. Narrado pelo Arauto do Caos, o livro revela, com humor ácido, a ascensão e queda da PEC da Unção Duvidosa, igrejas-fazendas comandadas por CEOs do púlpito, TikToks do plenário e a resistência de figuras como Eva Houston e a Suprema Cátia da Toga. Entre bordões gospel remixados, o lema é “Deus, Pátria, Propina”. Mais que sátira, é protesto e espelho.



